![]() Em 1990, no ano do chamado Plano Collor, em que da noite para o dia todos os brasileiros se viram com disponibilidade máxima de Cr$ 50,00 (cruzeiros), a Editora São Miguel, fruto de investimentos programados já em execução, adquire uma Heidelberg GTOV (quatro cores) e queima etapas no acabamento com a instalação de uma alceadeira e grampeadeira com guilhotina trilateral Müller Martini, que opera até hoje. A história da São Miguel mostra que seus programas de investimento, embora se adequassem à realidade econômica das diversas circunstâncias, sempre seguiram metas e cronogramas arrojados de implantação. Tais equipamentos flexibilizam a produção e todas as faixas de clientes se beneficiam com máxima qualidade de impressão e acabamento e com a maior rapidez no atendimento. Nos anos 1990, passam a apoiar o setor de acabamento duas novas dobradeiras Sthal. Uma nacional de formato pequeno e uma importada, dotada de alimentador 'tremat', sensores eletrônicos, coleiro, vinco e serrilha, com dobras paralelas e em cruz e alta capacidade de produção. A área de acabamento foi completada, em 2001, com uma nova dobradeira Sthal, um novo sistema de brochura para lombada quadrada, com sistema de cola 'hot melt' e com uma moderna costuradeira Müller Martini modelo Inventa Pluss totalmente automatizada em hot-stamping também estão disponíveis na São Miguel. |